grama-verde-do-corte-cortador-de-jardineiro-com-funcionamento-lawnmower-p-tio-da-cidade-um-pr-dio-apartamentos-147447169

Fui cortar a grama no vizinho novo na cidade, e acabei cedendo

Oi pessoal, meu nome é Roberto e vou relatar algo que aconteceu em 2018. Desculpem se o conto ficou um pouco longo, mas procurei detalhar ao máximo toda a experiência… Quem sabe assim vocês possam sentir um décimo do que eu senti.

Na época eu tinha 18 anos e morava em Sertãozinho, no interior de São Paulo (hoje já me mudei pra capital). Morei minha vida inteira lá com a minha família, fiz amigos, saía aos finais de semana, fazia tudo o que um jovem da minha idade costumava fazer. Mas, não tínhamos dinheiro.

Quer dizer, nunca faltou nada em casa. Meu pai se matava em dois empregos mal remunerados para que não faltasse comida na mesa nem roupa para que pudéssemos nos vestir decentemente. No entanto, se eu quisesse algum dinheiro para sair com os amigos, ir ao cinema com a namorada, ou qualquer outro programa extra eu tinha que me virar.

E era o que eu fazia: fui panfleteiro, lavador de carros, manobrista em festa de debutante e vários outros bicos nos quais eu conseguia algum trocado para, por exemplo, levar minha namorada ao motel ou dar algum presente pra ela, já que boceta não era de graça e eu sabia, desde que perdi minha virgindade aos 14 anos, que era preciso cortejar bastante até conseguir alguma coisa.

Não que eu fosse um grande pegador: normalmente eu tinha que ralar bastante até alguma garota abrir as pernas pra mim. Sou branco, com cabelos pretos bem curtos, 1,71m, 65 kg. Longe de ser feio, tenho um físico bem bacana apesar de nunca ter pisado numa academia (resultado de muito exercício físico no trabalho: já carreguei até saco de cimento numa construção). Apesar disso, o Leonardo, meu vizinho, é quem costumava comer todas as meninas que quisesse. Sempre que saíamos juntos, eu já sabia que ficaria com as sobras, porque o cara tinha uma lábia que não sei se vou conseguir desenvolver um dia.

Mas essa história não é sobre o Leonardo. É sobre um cara que se mudou para uma casa na minha rua, três casas depois da minha. Seu nome era Emerson, e logo todo mundo da rua já tinha sacado que ele tinha dinheiro: organizou uma puta reforma na casa caindo aos pedaços, ampliou os cômodos, comprou móveis e eletrodomésticos de primeira, pôs papel de parede em vários ambientes, lustres, ar condicionado central e tudo o que vemos na televisão quando a mesma retrata o interior da casa de um rico. Como eu sei disso? Fiz parte da equipe de mudança, carregando várias caixas e objetos para dentro da casa dele. Aquela opulência ficou na minha cabeça por vários dias. Nem um celular decente eu tinha; meu aparelho era um Motorola antigo que o Leonardo não quis mais e me deu pq comprou um Samsung.

Certo sábado eu estava sozinho em casa, pois meu pais estava fazendo hora extra no trabalho e minha mãe tinha ido a Ribeirão Preto visitar minha tia, quando a campainha tocou. Abri a porta e dei de cara com o Emerson, que abriu um sorriso assim que me viu.

– Oi cara, você é o Roberto?

– Sim, sou eu.

– Ah sim. Prazer, eu sou o Emerson. – declarou, estendendo a mão. – Me mudei pra essa rua tem duas semanas.

– Eu sei. – falei, apertando a mão dele. – Ajudei na mudança.

– Foi mesmo? – disse ele parecendo surpreso. – Aquele dia foi uma loucura, não lembrei de ter te visto.

Vamos abrir um parêntese aqui: MENTIRA. Ele lembrava perfeitamente de mim, vim saber depois. O Emerson era um cara boa-pinta, tinha 28 anos e lindo. Tinha cabelos pretos e curtos como os meus, era forte (certeza que sempre frequentou academia) e estimei que media mais de 1,80m. Era gerente de uma fábrica e seu salário, a julgar pela casa que eu tinha visitado na época da mudança, devia ser um valor com o qual eu jamais teria contato.

– Bom, a vizinha aqui ao lado me disse que você aparou o gramado dela por 30 reais, é verdade? – ele perguntou.

– Sim, verdade. – respondi, me empolgando ante a perspectiva de mais uma grana extra. – Quer que eu faça pra você?

– Isso mesmo. Só que, como o meu gramado é um pouco maior, eu te pago 50.

Topei na hora. Pelo que eu lembrava, o gramado dele nem chegava a ser tão maior assim. Seriam 50 reais mais próximo de chegar ao valor para comprar um celular que prestasse.

O acordo foi que eu iria lá no dia seguinte, domingo. E lá estava eu na hora marcada. Lembro que foi às 3 da tarde, bem na hora que o Brasil jogava pela Copa do Mundo. Dava para ouvir as buzinas e os gritos das pessoas que acompanhavam o jogo de suas casas ou do bar da esquina.

Toquei a campainha e ele apareceu na hora. Sem camisa, com um calção folgado e obviamente sem cueca. Seu peitoral e os gomos do tanquinho me fizeram ter a certeza de que ele comeria uma mulher por dia durante um ano inteiro sem repetir, caso quisesse. Fiquei com inveja, desejando malhar mais.

Ele me levou até o cortador de grama. Estava um calor desgraçado, e pingava de suor com menos de dois minutos de trabalho.

– Ei cara, tira a camisa! – gritou ele da porta. – Tu vai morrer sufocado se ficar empacotado debaixo desse sol.

Me surpreendi e olhei pro lado. Ele estava numa cadeira de praia, recostado e tomando uma cerveja. A primeira coisa que me perguntei foi porque diabos ele resolveu desembolsar 50 reais para alguém fazer um serviço que ele poderia perfeitamente realizar, mas depois lembrei que pra gente como ele, 50 reais é troco de flanelinha.

Acenei positivamente pra ele, tirei a camisa e recomecei o trabalho. Passei mais de 40 minutos fazendo o serviço e em nenhum momento ele saiu de seu posto, me observando. Ele estava de óculos escuros, então não tinha como ter certeza de para onde ele estava olhando, mas tinha a impressão de que era pra mim. Vai ver ele não gosta de futebol, prefere tomar uma cerveja ao ar livre e veio conferir se o serviço estava sendo bem feito, pensei.

Terminei o trabalho, quase derretendo de suor. Guardei o carrinho e me dirigi a ele com a intenção de pedir meu pagamento, mas antes que pudesse abrir a boca, ele soltou:

– Caramba tu tá nojento! – brincou, rindo. Acompanhei o riso. – Quer tomar banho não?

– Precisa não cara, moro perto, tomo banho em casa. – respondi.

– Deixa de frescura, vai pro banheiro. Tem chuveiro elétrico, banho quente relaxa mais. – falou ele já entrando em casa e não me deixando outra alternativa senão acompanha-lo. Pensei em protestar, mas ele já tinha ido.

Ele me conduziu ao seu quarto, imenso. Em seguida, ao seu banheiro particular. Jogou uma toalha pra mim, deu instruções pra usar o chuveiro e fechou a porta.

Numa coisa ele tinha razão: banho quente é a melhor coisa do mundo. Eu quase desfaleci no box do banheiro, tamanho o relaxamento. Acho que fiquei quase meia hora no banho, lavando cada parte de mim com lentidão pra não acabar logo. Quando percebi que já estava praticamente abusando da hospitalidade do Emerson, desliguei o chuveiro. Então me ocorreu algo: que roupa eu iria vestir?

Quando tinha me decidido, por falta de opção, a vestir a mesma roupa suja que eu tinha levado, a porta do banheiro se abriu, me pegando de surpresa, nu, com a toalha a mais de 2 metros da minha mão. Emerson apareceu e institivamente, cobri meu pau com as mãos e virei de costas, expondo minha bunda. 

Eu tenho uma bunda um pouco avantajada. Bem carnuda, pra falar a verdade. Inclusive, todas as meninas com as quais eu fiquei/namorei, adoravam apalpar e apertar durante o beijo ou a transa. Nunca liguei pra isso, até uma delas tentar fazer um fio-terra em mim durante um boquete. Cortei a saliência na hora e o clima acabou.

Reparei que ele demorou alguns segundos até falar:

– Ai cara, desculpa! Só vim te emprestar um calção meu, porque lembrei que tu não trouxe roupa. – e jogou um calção na minha direção, que caiu bem em cima da minha cabeça. Em seguida, ouvi a porta se fechando.

Peguei o calção, vesti e saí do banheiro. Quando cheguei na sala, senti um clima maravilhoso. O Emerson tinha ligado o ar condicionado central. Olhei pra janela refletindo o sol escaldante lá fora e senti pena de ir embora. Até que ele apareceu, me estendeu uma cerveja e falou:

– Senta aí cara, vamos ver o final do jogo! – e junto com a cerveja me entregou os 50 reais.

Peguei o dinheiro, guardei no bolso da minha calça suja que estava dobrada embaixo do meu braço, agradeci pela cerveja e sentei no sofá.

O jogo já estava se encaminhando para o final, faltavam menos de 10 minutos. Enquanto isso, ele puxava conversa, falando sobre a cidade, o que fazer nos fins de semana, o clima, e outras amenidades. Inicialmente eu respondia apenas por educação, mas quando me dei conta, já tinha entabulado uma conversa animada, regada a cerveja e uma tábua de frios que magicamente apareceu em cima da mesa de centro.

Em certo momento, a conversa acabou em sexo. Ele começou a contar algumas aventuras que teve em São Paulo e outras cidades do interior por onde tinha passado. À medida que as histórias iam sendo contadas, elas se tornavam mais picantes, com descrições detalhadas das bocetas das mulheres e do pau dele. E, com isso, fui ficando excitado.

Eu estava vestido somente com o calção folgado dele, sem cueca. Quando percebi meu pau dando sinal de vida, fiquei vermelho, pois a barraca ficou armada sem qualquer modo de esconder. Rapidamente, peguei uma almofada e me cobri com ela.

– Ih, qual é, Beto? – riu ele. – Tá armando a barraca pra mim é?

– Sai daí pô! – falei, querendo me enterrar. – É que tu fica contando essas histórias aí, fiquei imaginando.

Ele riu mais um pouco, se levantou e por um momento, pensei que ele vinha na minha direção. Mas ele apenas pegou o controle remoto em cima da mesa, voltou ao sofá e mudou de canal.

– Pronto. – disse ele, apontando pra TV. – Agora dá pra ficar de pau duro sem precisar imaginar.

Olhei pra televisão e vi que ele tinha colocado num canal pornô. Me assustei e meu pau ficou duro como pedra. Eu não tinha nem TV a cabo em casa, muito menos o Sexy Hot. O único modo de eu assistir um vídeo de putaria era roubando o wi-fi do vizinho (o Leonardo), e isso acontecia raramente. Para as minhas punhetas, eu me baseava nos vídeos de 3 a 4 minutos que eu conseguia baixar pro meu celular nessas ocasiões.

Na televisão, a mulher cavalgava no pau do cara alucinadamente. Meu pau babava no calção e vontade de bater uma punheta era quase insuportável.

– Tá afim de bater punheta, cara? – ouvi o Emerson falando, lendo meus pensamentos. – Ele sorria, mas não era mais o riso zombeteiro, era um riso sacana.

Olhei pra ele, e não falei nada. Sim, eu estava, mas não ia fazer isso na frente dele. Tinha que me contentar em somente assistir. A punheta ia ter que esperar até que eu chegasse em casa.

– Ei Beto. – ele falou. Me virei pra ele. – Tá afim de ganhar mais 50 reais?

– Oi? – respondi, meio sem entender.

– Já te dei 50. Quer ganhar mais 50? – falou ele, sério.

– Tá. – falei, meio anestesiado. Queria continuar vendo o filme, não falar de dinheiro. Mas eu estava precisando mesmo, então me forcei a voltar a atenção pra ele. – Qual o serviço?

– Bate uma punheta pra mim. – falou ele, olhando de mim para o calção que ele vestia. Obviamente ele também não usava cueca, pois a coluna que se erguia livremente dentro da roupa mostrava isso.

– Quê? – falei, assustado. Meu pau baixou dentro do calção, e de repente, o filme pareceu perder a importância.

– Sei que tu tá precisando de grana. – ele se aproximou de mim, ainda sentado no sofá. – Só me dá essa mão, coisa simples, e te dou 50 reais. Tu vai sair daqui com 100.

– Vai te fuder, porra. – respondi, com a voz tremendo de medo e surpresa.

– É um serviço muito menos cansativo que o que tu acabou de fazer. – disse ele, se aproximando um pouquinho mais, sem que eu percebesse. – Acho que você tá precisando desse dinheiro.

E eu precisava. Mas fiquei calado, só olhando pra ele. Eu estava meio que paralisado, sem reação.

Tomando meu silêncio como um sinal verde, ele chegou junto a mim no sofá. Pegou a minha mão e colocou em cima do pau dele, ainda vestido. Foi como se eu tivesse levado um choque: nunca tinha pego no pau de outro cara, nem nunca tinha imaginado que eu fosse um dia fazer isso. Ele fechou minha mão em torno da rola dele e subiu, desceu, subiu, desceu, bem lentamente.

Eu ainda olhava pra ele, e ele olhava pra mim, com cara de safado. Continuamos a punheta conjunta no pau dele com a mão dele sobre a minha, até que a mão dele sumiu, e eu continuei, no modo automático.

Ficamos assim cerca de 30 segundos, até que ele se recostou no sofá e, ainda olhando pra mim, falou:

– Agora tira o meu calção e bate essa punheta direito. – seu tom era um pouquinho mais autoritário, mandão.

Fingi que não escutei, pois ainda tinha esperanças de acabar com isso sem precisar tocar no pau dele sem o tecido da roupa por cima. Então ele tirou minha mão, arqueou o quadril, puxou o calção para baixo e me mostrou o caralho nu em pelo. 

Era bem maior que o meu. Se o meu pau tem 16 cm (eu já medi, é claro, assim como todo mundo), o dele com certeza tinha mais de 20. A cabeça era vermelha como um tomate, inchada e brilhando com o pré-gozo que se formou durante a punheta desajeitada que eu pratiquei. Abaixo da glande, o pau se prolongava, branquinho e com as veias pulsando até chegar ao saco rosa, com duas grandes bolas.

Hesitei por uns 5 segundos, então fechei os olhos, segurei o caralho em minha mãos e comecei. Era muito estranho sentir os contornos da rola de outro cara, lubrificando minha mão a cada subida e descida. Abri os olhos e encarei o pau dele, minha mão e os pentelhos cuidadosamente aparados. Sem perceber, meu pau ficou em ponto de bala; eu estava excitado.

– Deixa eu ver teu pau, deixa. – disse ele, com a voz tremendo de excitação. Sem esperar resposta, ele levantou, arrancando o pau dele da minha mão, me empurrou no encosto do sofá, arrancou o calção que eu estava vestindo e contemplou meu pau, pulsando.

Ele segurou minha rola com a mão, eu suspirei alto e fechei os olhos. Eu esperava que ele retribuísse a punheta que eu fiz, mas eu senti sua boca engolindo meu pau antes que eu visse o que ele pretendia.

Ao ser chupado por ele, me dei conta instantaneamente de uma coisa: eu nunca havia recebido um boquete decente na vida. Ele enfiava meu pau inteiro na boca e soltava aos poucos, sugando cada mililitro de baba da minha rola. Por vezes chupava somente a cabeça, fazia movimentos circulares com a língua enquanto massageava minhas bolas e apertava minhas coxas com as duas mãos.

Então ele subiu no sofá, ficando em pé com a rola na altura do meu rosto. Ele se inclinou e no momento em que eu senti o cheiro do pau dele pulsando vindo em minha direção, me esquivei.

– Chupa. – pediu ele.

– De jeito nenhum, cara. – balbuciei. – Não faço isso não! 

– Porra, eu te dou mais 50, Beto. – pediu ele. – Só chupa um pouquinho, tu vai gostar.

Caramba, eu já tinha 100 reais garantidos, e estaria ganhando mais 50. Mas, toda vez que imaginava minha boca tendo que engolir aquele cacete, pensava melhor.

– Pô cara, gosto disso não! – falei, quase em tom de desculpas. – Tá bom só os 100 reais.

– Te dou mais 100. – ele estava completamente tomado pelo tesão, era visível. – Tu sai com 200. Só chupa um pouco.

Duzentos reais. Duzentos reais. Duzentos reais. Essas duas palavras ficavam ecoando na minha cabeça. Vendo minha hesitação e tomando aquilo como um sim, Emerson se inclinou um pouco mais e senti a cabeça do pau dele encostando nos meus lábios.

Estava tudo perdido. Fiquei com a boca fechada, e ele esfregava lentamente a glande babada nos meus lábios, ia de um lado pro outro. Então, segurou minha mandíbula delicadamente por baixo, presando com o polegar e o indicador. Abri aos pouquinhos, enquanto o pau deslizava para dentro.

Só chegou até a metade, pois nesse momento a cabeça cutucou a minha garganta. Tossi um pouco com o pau entalado e ele entendeu que chegou ao limite. Então começou a entrar e sair, fudendo a minha boca devagar, esfregando o pau na minha língua, enquanto meus lábios se fecharam em torno do pau dele.

Para impedir que ele se empolgasse e tentasse ir mais fundo, segurei o quadril dele com as minhas mãos. Foi quando abri os olhos, vi o pau dele entrando e saindo da minha boca, sentia o cheiro de rola, virilha, pele, tudo junto. Esqueci de qualquer resistência e comecei a acariciar suas pernas, seu saco, seu abdômen, sua bunda. Sem querer admitir pra mim mesmo, eu estava adorando tudo aquilo.

Ouvi sua respiração pesada, olhei para cima e vi a cara dele completamente mudada. Era uma cara safada, de macho bem cafajeste, mordendo o lábio inferior e olhando para mim como se eu fosse um completo submisso. Nessa hora me ocorreu que ele não tinha intenção de parar no boquete e que meu cu estava a perigo. Ao mesmo tempo, imaginei meus melhores amigos, todos machos (eu incluindo) que adoram boceta. O que eles diriam se me vissem ali?

Num lampejo de lucidez, tentei empurrar o quadril dele para trás e tirar o pau dele da minha boca, mas ele foi mais rápido. Agarrou uma mecha do meu cabelo e socou o pau cada vez mais fundo na minha garganta, apesar dos meus protestos. O tesão inexplicável voltou a tomar conta de mim e aceitei seus comandos. Lembro da sensação da rola dele dura como pedra roçando nos meus lábios cada vez que entrava e saía da minha boca, e ao mesmo tempo tão macia quando a glande fazia massagem na minha língua.

Então ele desceu e segurou meu pau e o dele com a mesma mão, e iniciou uma punheta lenta nos dois paus, colados um no outro, enquanto me encarava. Eu gemia, olhava pra ele e nem sabia mais meu nome. Ele, sem parar a punheta dupla, se aproximava cada vez mais de mim, até que eu sentisse seu hálito. Sua boca chegou a centímetros da minha, quando ele falou, sussurrando.

– Deixa eu te comer. – seu tom não indicava uma pergunta.

– Não. – respondi, tremendo e também sussurrando. Era difícil me apegar a qualquer vestígio de racionalidade, mas eu ainda tentava resistir.

– Eu vou bem devagar, cara. – ele pedia, falando baixinho e massageando meu pau com o polegar. – Eu sei que tu vai gostar, te dou mais 200 reais.

E sem esperar pela minha resposta, me deu um beijo. Inicialmente apenas um estalinho nos lábios, depois senti sua língua invadindo minha boca, onde antes estava seu pau. Honestamente, meu cérebro mal registrou a proposta financeira que ele me fez; daria no mesmo se ele tivesse me oferecido um pacote de biscoitos em troca do meu rabo.

Eu estava completamente entregue, e ele sabia disso. Sua boca deixou a minha e senti sua língua deslizando pelo meu queixo, pescoço, mamilos (onde ele deu mordidas bem leves, me fazendo pular), abdômen, virilha. Sua boca deu beijos carinhosos na cabeça completamente molhada do meu pau, depois percorreu a extensão da minha rola, meus ovos e prosseguiu seu caminho em direção ao meu cu.

Sem perceber, eu estava completamente aberto, com a cabeça dele enfiada na minha bunda. Ao primeiro contato da língua dele com o meu buraco eu vi estrelas e amoleci, ao mesmo tempo em que meu pau parecia querer explodir. O Emerson lambia ferozmente, enfiava a língua o máximo que podia, mordia a pele ao redor e, aos poucos, me virava de bruços no sofá. Em dois minutos, eu me encontrava com a bunda arrebitada e sentindo sua língua me preenchendo e a pele do seu rosto onde começava a nascer um princípio de barba arranhando as polpas.

– Caralho, que bunda gostosa! – falou ele baixinho e, inexplicavelmente, gostei de ouvir. Em seguida, senti a palma da sua mão enchendo meu rabo com um tapa. Sem querer, gemi.

Vendo que já tinha demolido toda e qualquer resistência da minha parte, ele começou a cutucar meu cu com o indicador. Bem delicadamente, fazendo massagem e aos poucos forçando a entrada. Senti uma fisgada quando ele enfiou o dedo por completo e começou a movimenta-lo para dentro e fora, devagar e repetidamente. Novamente meus pensamentos caíram no Leonardo e nos meus outros amigos, dessa vez lembrando quando caçoamos do pai de um deles que tinha ido ao médico fazer o exame regular de próstata. Fiquei vermelho ao pensar na possibilidade de um deles descobrir que resolvi fazer o exame algumas décadas mais cedo que o necessário.

Nesse momento senti mais um dedo entrar junto ao primeiro no meu cu apertado, ambos melecados por algum gel que surgiu magicamente na mão do Emerson. Ele continuou me dedando por algum tempo, enquanto eu me contorcia no sofá, incomodado com a invasão. Então ele saiu de mim e, antes que eu pudesse me virar, senti seu abdômen deitando sobre as minhas costas. A primeira coisa que senti foi o calor da sua pele na minha, depois o nosso suor que começava a se misturar; em seguida, a cabeça do seu pau acertando a entrada do meu cu, deslizando para cima e se acomodando entre as polpas da minha bunda, como uma salsicha depositada em cachorro-quente.

Ele começou a roçar seu pau na minha bunda, deslizando para cima e para baixo, rebolando e passando a mão pela minha lateral, fazendo carinho. Começou a morder meu pescoço, minha orelha e senti sua mão chegando ao meu mamilo, onde ele começou a brincar. Nesse momento, ele afastou o quadril o suficiente para guiar seu pau até a entrada do meu cu já relaxado e forçou a entrada até a cabeça entrar de uma vez. Levantei minha cabeça, arfei e, de repente, voltei a mim.

– Ai!!! – gritei. – Porra, tá doendo, para!

Tentei me levantar, mas ele forçou meu dorso para baixo e desceu até meu ouvido, a cabeça de seu pau ainda dentro de mim.

– Relaxa, porra. – mandou ele, sem doçura na voz. – Se resolver sair de novo, eu enfio tudo de uma vez.

Engoli em seco, implorei baixinho para ele parar, mas ele não deu ouvidos. Desceu o quadril um pouco mais, enterrando o pau até a metade e me fazendo chorar.

– Caralho Beto, esse teu cu é muito apertado, cara! – ele disse, passando a mão pelas minhas costas, lateral e mamilos, como anteriormente. – Nunca comi um cuzinho desse jeito.

Respirei fundo e enfiei a cara num travesseiro, onde gritei abafado me perguntando como fui parar naquela situação. Senti o atrito que o seu pau fez no meu anel quando ele tirou um pouco, me fazendo ter esperanças por menos de um segundo, até que ele enfiou de novo, delicadamente, mas não sem dor. Olhei pra frente e me deparei com nosso reflexo no espelho da sala. Meu rosto estava vermelho vivo, assustado, olhos injetados; o Emerson, em cima de mim, com o lábio superior sendo mordido pelos próprios dentes, abrindo um sorriso pra mim enquanto mexia a metade do seu pau dentro de mim pra dentro e pra fora. Ainda me olhando, fez um carinho na minha bunda, subindo a mão pelas minhas costas, enchendo-a com meus cabelos e puxando gentilmente minha cabeça pra trás. Mordeu minha orelha e o som da sua respiração pesada me encheu novamente do tesão que tinha perdido alguns minutos atrás.

Ainda com a mão segurando meu cabelo, ele guiou minha cabeça pra frente, onde vi reflexo dele com a cara mais safada que eu já vi. Olhou pra mim, e eu percebi o que ele iria fazer menos de um segundo antes. Ele socou a rola dele até o fundo, o máximo que podia, tão rápido e tão forte que o barulho do quadril dele batendo na minha bunda soou antes que o meu grito, de surpresa, confusão e sobretudo, dor.

Eu tinha certeza que estava sangrando, porque era impossível que não estivesse. Mas a minha confusão era causada sobretudo pelo fato de que, mesmo com uma dor absurda e uma vergonha maior ainda, meu tesão permaneceu inabalável. Olhando em retrospecto, não era o pau dele dentro de mim ou a situação de completa dominação a que eu estava submetido a fonte maior da minha excitação (apesar de com certeza contribuírem para isso). A lembrança mais deliciosa desse momento pra mim, e que me excita só de reviver esse momento, foi o calor do contato da sua virilha com a minha bunda. 

Porque, meus amigos, o Emerson sabia fuder. Em vez de começar a estocar a rola loucamente no meu cu, ele rebolou o quadril sem desencostar de mim, fazendo o pau dele dançar no meu interior, entrando e saindo, deslizando para dentro e para fora, auxiliado pelo lubrificante que ele pincelou anteriormente no meu anel. Nesse momento, eu já gemia sem pudor, e pouco me importava se eu parecia uma puta ou um viadinho aos olhos dele.

Pelo espelho, ele parecia estar em êxtase. E, deixando de lado o modo carinhoso, rapidamente ele ativou o modo espancador. Finalmente ele arqueou o quadril para trás, onde eu senti nossos suores misturados fazendo barulho e começou a estocar com força. Descolando seu abdômen do meu dorso, a única parte dos nossos corpos em contato a partir desse momento era o seu pau no meu cu e suas mãos agarrando com força as polpas da minha bunda.

Ele levantou o corpo, puxando meu quadril junto e sem sair de dentro, até que me vi de quatro no sofá. De repente, ele parecia uma britadeira, e a cada estocada, parecia querer achar petróleo em mim. Eu sentia meu anel em brasa, seus ovos batiam nos meus a cada socada, e institivamente levei minha mão à minha rola e iniciei uma punheta. Pelo espelho, a cena vista era semelhante a infinitos pornôs que eu já tinha assistido. Ele de pé, estocando sem dó, e eu de quatro, gemendo e suado.

– Eu vou gozar, caralho! – anunciou ele. – Vou batizar teu cabacinho agora!

Eu nem importei com isso, nem respondi nada. Pelo tom de voz, ele não estava pedindo, e sim comunicando. Só acelerei os movimentos da minha mão e gozei como nunca tinha gozado antes. Com isso, contraí meu anel algumas vezes, o que o fez gritar e ofegar pesadamente, enquanto senti seu pau latejar em mim. Ele ainda arreganhou bem minha bunda, socou mais umas quatro vezes e deitou em cima de mim.

O sofá estava imundo com meu gozo (ainda bem que era de couro, dava pra limpar depois). Mesmo assim, deitei em cima com ele ainda grudado no meu rabo. Em segundos, o pau dele, já mole, escapou de dentro e com ele, a cachoeira de gala. Levantei, meio atordoado e fui em direção ao banheiro, onde, durante o banho, percebi que eu não tinha sangrado. Fora o ego ferido, a sexualidade contestada e a cabeça confusa, estava intacto.

Em alguns minutos, ele entrou no banheiro e, com a cara mais sonsa do mundo, abriu o box do chuveiro, entrou na ducha comigo e me fez chupa-lo de novo. Ele queria gozar na minha boca, mas não deixei; em contrapartida, ele me chupou deliciosamente e engoliu cada gota que eu esporrei. Após isso, nos secamos e ele me pagou o que devia.

Fui embora de lá decidido a tornar essa experiência a única da minha vida. Santo engano.

Ainda transamos muitas e muitas vezes, de vários modos diferentes. E toda essa loucura foi elevada a outro nível quando o Emerson decidiu que queria comer o Leonardo. Mas isso é outra história.



5 comentários

Add yours
  1. Anónimo

    Lindo demais esse conto, já li ele em outra pagina da internet. Queria e ver o conto de como foi quando o Emerson comeu o Leonardo, como se deu isso. Alguém sabe me informar onde eu vejo.


Deixe seu comentário

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. .